Sexta-feira, 5 de Fevereiro de 2010

Chevron (antiga Texaco) mata pessoas e destrói o mundo dos habitantes da floresta amazónica

«Entre 1964 e 1990, a Texaco (que foi adquirida pela Chevron em 2001) abriu cerca de 350 poços ao longo de 4.350 Km2 quadrados de floresta amazónica. Esta companhia obteve cerca de 30 mil milhões de dólares de lucros ao mesmo tempo que vertia 68 mil milhões de litros de uma sopa tóxica conhecida como "água de produção" -- uma mistura de petróleo, ácido sulfúrico e outros carcinógenos -- nos rios e ribeiros onde as pessoas se abastecem de água, pescam, tomam banho e nadam.

«Ao todo, a Texaco construiu mais de 900 fossas de resíduos de petróleo, muitas delas do tamanho de piscinas olímpicas. Ao contrário das piscinas, estas fossas não passam de meros buracos na terra. Sem uma qualquer barreira de betão que proteja o solo em redor, o veneno penetra nos lençóis freáticos.

«Durante anos ouvi falar da "Chernobil da Chevron" no Amazonas. Mas nada podia preparar-me para o horror que testemunhei esta semana no Equador.»

Kerry Kennedy (fundadora do Centro Robert F. Kennedy Para os Direitos Humanos) in «Chevron ans Cultural Genocide in Equador» in www.huffingtonpost.com.

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Ver também:

Kenneth P. Vogel, «Chevron's lobbying campaign backfires» in www.politico.com.

Angel Gonzalez e Ben Casselman, «Chevron Plaintiffs ask U.S. Court for Action» in online.wsj.com.

AGIR: Petição em Espanhol dirigida à Chevron para que limpe o que sujou e compense aqueles que prejudicou.